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Dinheiro ou relevância? Uma escolha só é óbvia para quem a enxerga

Em 2018, é preciso entender essa relação fundamental

Há pouco tempo, perguntaram no “feice” o que valia mais, se dinheiro ou relevância. “Dinheiro, claro!”, foi a resposta de muitas pessoas. Algumas justificando no conforto à família, outras buscando resolver a própria vida financeira. Sempre com um argumento justo. Afinal, nada mais normal que dinheiro na conta para pagar os boletos.

No mundo há uma lógica construída há séculos. E nessa ordem, relevância sempre veio antes do dinheiro. Famílias reais, aristocratas, enfim. Você pode até se enganar vendo vídeos de gente rica, achando que com grana pode fazer parte daquele meio. Mas, acredite: por mais liberal que o mundo esteja, as pessoas sempre pedirão suas credenciais para entrar na “festa”. E talvez por isso, as pessoas ainda façam tanta confusão.

“Conheço gente muito relevante e cheia de problemas financeiros. Bobagem!”

A questão é o que você entende por ser relevante.

Ter relevância é ter importância num determinado nicho. Um destaque em um meio.

E esse é o equívoco fatal. Afinal, se não tivermos um produto relevante para vender, ou se não formos relevantes o suficiente para vendermos um serviço, nem que este seja a própria influência, como ganhar grana? Como capitalizar?

Muitos de nós não enxerga como a relevância pode se capitalizar. Já passou o tempo de esperar o Salvador chegar à terra para nos guiar ao pote de ouro.

Busque relevância no cenário certo

Nos últimos anos, com toda essa crise financeira, aprendi que o mínimo investido pode ser traduzido em relevância, gerando trabalhos, projetos e, consequentemente, algum dinheiro.

Nada foi por acaso, sem esforços. E uma coisa ficou clara: muitos estão tentando ser relevantes no cenário errado. Alguns acreditam ser mais do que são. Outros juram fazer ainda mais do que realmente fazem.

Pessoalmente, não tenho nada a ver com isso. Mas é um alerta que sempre me dou, para evitar copiar os exemplos equivocados.

No final, esse assunto cairá no tão famoso conceito de “posicionamento”. E mesmo com tanto conteúdo disponível nas redes, ainda há quem acredite que ganhar um pote de ouro resolveria todos os problemas.

Relutei bastante em voltar a esses temas. Mas agora não tem volta: 2018 é o ano da reconexão entre as pessoas de verdade. E para que as redes sociais ganhem projeção na vida real é preciso ter relevância.

Dinheiro ajuda muito. Mas para chegar nos lugares certos, sempre irão perguntar quem você é. Boa Sorte em 2018!

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