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UERJ precisa repensar sua imagem para a sociedade

O acordo de recuperação fiscal, depois de muito custo, finalmente saiu. O Rio de Janeiro, dono de uma imensa folha salarial de aposentados e de uma grande dívida com a União, se acertou com Brasília e ficará 3 anos (que poderão ser 6) sem pagar a dívida.

Mas eis que no documento enviado pelo Tesouro Nacional, Ministério da Fazenda, há uma leve sugestão sobre a oferta pública de ensino superior.

Parecer do Tesouro Nacional, Ministério da Fazenda, citando o pensamento sobre a universidade do Estado do Rio de Janeiro, a UERJ.

Chegou o momento da UERJ repensar sua imagem

A universidade pública tem muitos erros. Mas propor fechá-la é absurdo. O valor dela é tão estratégico que ela está ligada à Secretaria de Ciência e Tecnologia, não à Seeduc RJ.

Talvez — sim, talvez — seja a hora da UERJ Universidade do Estado do Rio de Janeiro repensar como ela se apresenta à sociedade carioca/fluminense. Estimular que as pesquisas de alguns cursos sejam mais pragmáticas e menos “uma tese para ganhar um título” (que são mínimos, mas ganham repercussão negativa) é um passo fundamental para ganhar valor na sociedade.

E argumentos bonitinhos, citando autores famosos, não convencem ninguém. Afinal, o mundo real não é intelectual.

Projetos sérios apresentam o valor que a universidade retorna à sociedade

Há uma série de projetos seríssimos e patrocinados dentro da instituição. Daqueles que são fundamentais ao desenvolvimento do estado e do país. Estes, mais do que nunca, precisam aparecer ainda mais.

Sem falar na contribuição dos seus alunos à sociedade. Eu sempre repito que a ESDI/UERJ foi fundamental para que o Sim São Gonçalo fosse criado. Para mim, é retorno direto do investimento público nessa educação superior de qualidade que tanto enchemos a boca para falar, e fazemos tão pouco para retornar.

Só assim, apresentando resultados, que se ganha valor perante à sociedade. Pois, infelizmente, para uma grande parte da sociedade, faculdade pública é cabide de emprego, antro de drogados e de partidos canhotos.

Se não melhorarmos a comunicação com as pessoas, novos governadores e deputados que defenderem essa ideia estapafúrdia poderão ser eleitos por quem pensa assim. E tenha a certeza que não pensarão duas vezes antes de sabotar ou dizimar a #Uerj.

Protestos não resistem a canetadas. Ações sim.
#uerjresiste